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“The journey, not the arrival matters.” – T. S. Eliot

Palavras-chave:
Jogo, livro, guia, mapa, mapeamento, não-lugares, vivência, psicogeografia, centros subjectivos, espaço público, flâneur.

Questão de partida:
Como se leva um vimarenense a (re)descobrir a sua própria cidade?

Pistas:
1. O mapa da cidade como tabuleiro de um jogo.
2. Um tabuleiro de jogo composto exclusivamente por palavras.
3. Palavras dispostas por páginas.
4. Páginas que compõem um livro.
5. Um livro sobre uma cidade que tem de ser lido no espaço urbano da mesma cidade.
6. O espaço urbano subjectivo da cidade mapeado.
7. O mapa da cidade como tabuleiro de um jogo.

O espaço urbano da cidade transforma-se, assim, num jogo. Um jogo que se materializa num livro, um guia que "desguia" e que celebra o desvio. Um objecto analógico na era da internet móvel, dos smartphones e do GPS. Viver o espaço da cidade pode ser um jogo, um "reality game".